A segunda etapa do Critério Dauphiné, que esta terça-feira ligou Lamastre a Saint-Félicien, França, saldou-se com a vitória ao sprint do ciclista espanhol Daniel Moreno (Katusha) e poucas alterações nos primeiros lugares da prova.
Moreno foi o melhor, após 160 quilómetros de sucessivas descidas e subidas, terminando em 4.02,38 horas e à frente de um primeiro pelotão de 40 unidades, em que estavam o camisola amarela, o inglês Bradley Wiggins (Sky), o segundo da geral, o australiano Cadel Evans (Bmc), e ainda o português Bruno Pires (Saxo Bank).
Tiago Machado (RadioShack) encabeçou o segundo grupo, a 18 segundos, com o resto da caravana a chegar bastante dividida a Saint-Félicien. O luxemburguês Andy Schleck, chefe-de-fila de Machado e vencedor do "Tour" de 2010, perdeu mais quase dois minutos e o espanhol Samuel Sanchez (Euskaltel), que se magoara em queda com alguma gravidade, na véspera, nem sequer alinhou à partida.
Evans e Wiggins fizeram o que deles se espera - controlaram-se mutuamente, com o australiano, campeão em título do "Tour", em sétimo e o inglês em nono. Na geral, Wiggins mantem-se primeiro, com 8:45.42, com Evans a um segundo e o ucraniano Andriy Grivko (Astana) a dois segundos.
Bruno Pires subiu 15 lugares, para 25.º, a 16 segundos de Wiggins, e Machado caiu três posições, agora no 47.º lugar, a 35 segundos.
A pior prestação dos favoritos ao "Tour" é de Schleck, que sempre que as montanhas se tornam um pouco mais "duras" fica na cauda do pelotão e depois descola. É já 120.º, a 5.21 de Wiggins, quando ainda não surgiram as maiores dificuldades da prova, uma das principais de preparação do "Tour", a par da Volta à Suíça.
Na quarta-feira, a etapa, 167 quilómetros entre Givors e La Clayette, é relativamente calma, mas depois o programa do Critério inclui ainda um contrarrelógio individual, de mais de 50 quilómetros, e três etapas de alta montanha.
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